Acho que é assim.

Esses dias estava pensando e percebi umas coisas que realmente não consigo entender: A necessidade de tentar convencer o outro que nós estamos certos, e eles estão errados. Seja qual for o argumento. Pego um exemplo banal: “Rock é melhor que sertanejo… Funk é melhor que pagode…” São tipos de afirmações que em si já são idiotas. Absolutizar uma opinião é uma grande idiotice (acho que estou sendo idiota agora…rs). Na minha opinião, em casos onde existe a subjetividade e não será exposta uma “verdade” objetiva, a frase deve ser personalizada. Em que sentido? A frase deveria se transformar em: “Eu acho que Rock é melhor que sertanejo… Eu acho que Funk é melhor que pagode…”

Para se sincero, acho que tanto pagode como funk não são bons, nem tecnicamente quanto de letra (pelo menos as que eu conheço), mas essa é uma opnião minha. Sei que têm ótimos músicos que são excepcionais e que tocam pagode, pois conheço gente fantástica que toca esse estilo. Por mais que eu não goste de algo, tenho que entender que se alguém gosta é porque tem algo de bom que eu não consegui enxergar (e ainda não consigo! xP). Esse é umexemplo “Simples”, que mesmo assim tentde a complicar-se sempre mais… Se algo assim pode ficar complicado, imagina com outros temas mais complexos…

Imagino que esse tipo de costume é mais agudo no campo acadêmico, mas diria que no âmbito acadêmico isso tem sentido. Em um ambiente acadêmico onde se forma opiniões, e de onde podem sair grandes “cabeças pensantes” que podem mudar o mundo (parece exagero, mas não é.), se deve ter todas as idéias claras sobre vários pontos de tantos temas, e não se deve necessariamente entrar em concenso. Os debates são importantes, alí existem temas em que não existem subjetividade e se deve esclarecer os erros de interpretação.

Mas ainda assim me pergunto: Por que você precisa tentar mostrar que sou errado e você está certo? Às vezes uma pessoa insiste tanto em me fazer desistir de minha idéia que se torna algo contraditório, pois crer tão fielmente que devo parar de pensar como penso, é sinal que você acredita em que penso, mesmo que acredite que estou errado. Ainda você acredita em que penso…

Mas tudo isso é apenas como penso, vai saber se estou certo ou não…


Boom!

O título me faz lembrar uma equipe de carrinho de rolemã que participei há muito tempo atrás, mas o post não tem nada a ver com isso.

Tem dias em que parece que vamos explodir, né? Explodir de raiva ou de alegria. Mas depois de comer Feijoada também tabém sinto que posso explodir… Mas a feijoada não tem nada a ver com o post.

Sinceramente, da minha parte é mais fácil quase explodir de raiva, e parece que não estou acostumado a querer explodir de alegria.

Mas às vezes acho que tem uma certa lógica querer explodir apenas na raiva. Vejamos:

– Seu computador deu pau enquanto você fazia um trabalho importante. Estava fazendo esse dito trabalho há horas e não o tinha salvo, resultado: Perdeu TUDO! Ah, vamos lá. Ok. Para mim esse é um bom motivo para querer explodir.

– Tudo pronto para viajar: Malas prontas, casa alugada, família no carro e todos ansiosos para a tão esperada férias. Depois de 1h de viagem, no meio da auto-estrada o motor vira churrasco… Motor fundido e férias também! Explodir ou não explodir?? Eis a questão… Questão nada! Ótimo motivo para explodir!

– Você mal consegue se concentrar para uma sessão de exames enlouquecedoura. Faz de tudo para tentar se concentrar: Se isola, escreve na porta de seu quarto que não quer ser incomodado, ouve música em fone de ouvido para isolar o som que vem de fora… Mas mesmo assim sempre vem alguém bater à sua porta sem motivos (por mais que você ignore, continuam a bater até enjoar, e depois entram do mesmo jeito), parece que tem um jogo de futebol no corredor da casa, de tantas pessoas gritando e cantando ao mesmo tempo… Ha! Glu glu glu! Parece pegadinha do Malandro, mas não é! Ah… Pode explodir com prazer…

Mas e se as coisas estão indo bem? Depois de tanto tempo você finalmente se sente semi-realizado nas coisas em que queria fazer, vê que boa parte de seus desejos se realizam aos poucos, os dias parecem serem um melhor que o outro. Quando tudo está bem e às vezes supera suas expectativas, vem uma alegria imensa.

E agora pergunto: “Para que explodir se tudo está bem??”

Normalmente em uma explosão voam destroços para vários lados, que podem atingir e ferir pessoas. Quando algo explode, essa se quebra. A explosão também é muito usada como símbolo de guerra.

Agora, para que explodir quando estou bem? Eu não gostaria de machucar ninguém nessa situação e nem mesmo distruir algo…

Sei que “explodir” neste sentido é apenas uma metafora, mas como explodir de alegria?

Para uma pessoa não acostumada, até isso se torna uma dificudade.

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Il titolo di questo post mi fa ricordare da una equipe di “carrinho de rolemã” in cui ho partecipato tantissimo tempo fa, ma questo post non c’entra niente con questo.

Ci sono dei giorni in cui vogliamo esplodere. Esplodere di rabbia o di gioia.

Sinceramente dalla mia parte, so che è più facile esplodere di rabbia, sembra che non sono tanto abituato a volere esplodere di gioia.

A volte sembra che c’è una logica in volere esplodere di rabbia, vediamo:

– Tuo computer si blocca quando fai un lavoro importantissimo. Lo facevi da tante ore e ancora no lo aveva salvato, e come risultato hai perso TUTTO! Ok. Va bene! Secondo me questo è un bello motivo per esplodere.

– Tutto è posto per viaggiare: Valigie pronte, casa affittata, famiglia nella macchina che ti aspetta e tutti ansioso per questo meraviglioso viaggio. Dopo di un’ora di viaggio il motore della macchina fuma e il motore si rovina. Non solo il motore si rovina, ma anche la vacanza… Esplodere o non esplodere?? Questo è il dilemma…

Ma e se le cose vanno bene? Dopo di tanto tempo finalmente ti senti semi-realizzato in tutto che volevi fare, vedi che tanti desideri pian piano hanno cominciato a realizzarsi, che i giorni sembrano ad essere uno meglio dell’altro. Quando tutto va bene e a volte è ancora meglio di quello che aspetti.

Allora chiedo: “Perché esplodere se tutto va bene?”

Di solito in una esplosione volano relitti da per tutto e ne possono ferire le persone. Quando qualche cosa esplode, questa si distrugge. Anche è usata spesso come simbolo di guerra.

Allora, perché esplodere quando tutto va bene? Non voglio fare male a nessuno e neanche distruggere niente quando sono contento.

Lo so che “esplodere” è soltanto una metafora, ma come esplodere di gioia?

Per una persona non abituata, anche questo diventa una difficoltà.


Que nada…/ Ma niente…

Uma coisa pequena pode fazer tanta diferença. Esses tempos percebi que existem coisas que aparentemente não significam nada, mas no fundo têm valor muito grande. Grande o suficiente para nos fazer andar para frente.

Por isso também é bom ter cuidado, que o mesmo pode ser para as coisas ruins.

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Una cosa piccola  può fare tanta differenza. Questi ultimi tempi mi sono reso conto che esistono cose che apparentemente non significano niente, ma hanno in sé un valore molto grande. Grande abbastanza per farci andare avanti.

Per questo è importante avere cura, perché lo stesso può essere con le cose cattive.


Assim/ Così

Estou mais ou menos assim…

Sono più o meno così…


Dif(f)enreç(z)a.

Estudo e me formo.

Estudo mais ainda para aumentar meu conhecimento. Depois volto para meu lugar de origem para tentar mudar alguma coisa, mas alí é tão grande, seja como extensão territorial que em números e extensões dos problemas.

Como fazer diferença?

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Studio e mi laureo.

Studio ancora per migliorare la mia conoscenza. Dopo torno al mio posto di origine per provare di cambiare qualcosa li,  ma li è grande,  sia nella estensione del territorio che nel numero e nella estensione dei problemi.

Come fare la differenza?


95%!!!

Descobri que a massa do universo é cerca de 5%, enquanto os outros 95% são vazio. Na verdade não é realmente vazio, mas são matérias escuras, as quais não podemos ver e nem mesmo conhecer. (Não ainda, quem sabe no futuro…) Isso é, 5% é tudo aquilo que conhecemos e podemos conhecer até agora. Então podem imaginar o que nós somos? Não digo que não somos nada, mas estamos quase lá, pois esses 5% compreendem o sol, as estrelas, as galáxias, os meteoritos, as estrelas cadentes… Realmente tudo!

A massa do Sol é cerca de 333.000 maior que a Terra, e o Sol é considerado uma estrela pequena em comparação a outras estrelas que existem… E tem gente que se acha melhor que os outros por ser de uma cidade maior, ou de um país maior, mas mal vêem que todos não somos “quase nada juntos”, e ao mesmo tempo somos a melhor coisa que o Melhor poderia ter criado/ pensado.

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Ho scoperto che la massa dell’universo è circa di 5%, mentre le altre 95% sono vuoto. In realtà non è realmente vuoto, ma sono le materie oscure i cui non possiamo vederli e neanche conoscerli. (Non ancora, chissà nel futuro…) Cioè, 5% è tutto quello che conosciamo e possiamo conoscere fin’ora. Allora potete immaginare che cosa siamo noi?? Non dico che siamo niente, ma soltanto che non siamo quasi niente, perché questo 5% comprende il sole, le stelle, le galassie, le meteorite, le stelle cadenti… Veramente tutto!

La massa del sole è circa di 333.000 volte in più della Terra, e il sole è considerata una stella piccola in paragone alle altre che esistono… E ci sono persone che pensano di essere migliore degli altre perché abitano in città maggiore, o in un paese maggiore, non vedono che siamo “quasi nulla insieme”, e allo medesimo tempo siamo la migliore cosa che il Migliore ha potuto creare/ pensare.


Cada dia é um dia. / Ogni giorno è un giorno.

Têm dias em que estamos ansiosos.

Têm semanas que enchem o saco.

Tem coisa que é uma coisa, e outra coisa é outra coisa.

Mas tem vezes que tá tudo bem. É, tá tudo bem!

Nada melhor que os dias para melhorar tudo.

Tem títulos que não têm nada a ver com o post.

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Ci sono giorni in cui siamo ansiosi.

Ci sono settimane che rompono le scatole.

C’è cosa che è una cosa, e altra cosa è altra cosa.

Ma ci sono le volte in cui tutto va bene. È, tutto va bene!

Niente meglio che i giorni per migliorare tutto.

Ci sono titoli che non ci entrano niente con l’articolo.